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Golpe do Pix: por que a senha digitada não basta para livrar o banco

Com o Tema 352 da TNU na tela, eu mostro o que fazer nas primeiras horas, contra quem litigar e como exigir do banco a prova de que ele não falhou.

🗓️ Quarta, 28/10🕗 20h, horário de Brasília💻 Ao vivo📘 Material de apoio para quem estiver ao vivo
Inscrição gratuita. Você recebe o link e o lembrete no WhatsApp.
Se você já passou por alguma dessas situações

O cliente liga dizendo que "foi ele mesmo que fez o Pix", e você não sabe se há caso.

Você citou a Súmula 479 e o banco respondeu com "culpa exclusiva da vítima".

A contestação diz "senha correta, dispositivo validado", e parece encerrar a discussão.

Você não sabe o que pedir ao banco nas primeiras horas, enquanto o dinheiro ainda pode estar em alguma conta.

Ficou em dúvida se pode colocar no processo também o banco que recebeu o Pix.


Golpe do Pix: o que pedir ao banco

Para quem quer litigar com prova, não só com a Súmula 479.

O que pedir ao banco nas primeiras horas, enquanto o dinheiro ainda pode estar em alguma conta.

O erro de citação do Tema 352 que entrega ao banco um argumento fácil.

Quando incluir também o banco que recebeu o Pix, e a pergunta que vem antes.

O que você vai descobrir na aula
  • Por que a senha digitada prova que o cliente digitou, mas não prova que o banco cumpriu o dever de barrar.
  • O que o Tema 352 da TNU realmente fixou, e o erro de citação que entrega ao banco um argumento fácil.
  • Os nove pontos que o banco precisa provar para se livrar, e como transformar essa lista no que você vai exigir.
  • O que fazer nas primeiras horas, fase a fase, desde o primeiro telefonema.
  • Quando os dois bancos respondem juntos, e a pergunta que vem antes de processar o banco de quem recebeu o Pix.

Os nove pontos que o banco precisa provar

Para quem litiga contra o banco: a prova, a lista dos nove pontos e o que exigir antes da próxima petição.

📄 Golpe do Pix e a prova do banco · Hora do Advogado

28/10 · 20h, horário de Brasília. O link chega no grupo do WhatsApp.
O que você leva desta aula

O que você leva desta aula

  • A lei transcrita e explicada.
  • A tese da TNU.
  • Os nove pontos que o banco precisa provar.
  • Oito casos para treinar.

Quem estiver ao vivo recebe o material de apoio da aula.

Esta aula é para você se

  • Para advogados e advogadas autônomos que recebem clientes vítimas de golpe e querem conduzir o caso com segurança, do primeiro atendimento à inicial.
  • Para quem já cita a Súmula 479 e quer entender por que ela não resolve sozinha.

Não é uma aula de promessa de resultado. É uma aula sobre prova.

Faça como eles

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O que dizem os colegas que assistem às aulas do Dr. Cláudio

Gratuito · 28/10 · 20h, horário de Brasília.
Quem fala com você
Dr. Cláudio de Jesus, advogado com mais de 30 anos de experiência

Dr. Cláudio de Jesus

Advogado · OAB/DF 14.905 · Conselheiro da OAB

Dr. Cláudio de Jesus, mais de 30 anos de advocacia, atuando dos dois lados do balcão, e mais de 25 anos de docência.

Nesta aula, eu mostro por que a senha digitada não basta, o que fazer nas primeiras horas e como exigir do banco a prova de que ele não falhou.

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Quem conduz: Dr. Cláudio de Jesus, mais de 30 anos de advocacia, atuando dos dois lados do balcão, e mais de 25 anos de docência.

Na aula, você recebe o material de apoio: a lei transcrita e explicada, a tese da TNU, os nove pontos e oito casos para treinar.

🗓️ Quarta-feira, 28/10🕗 20h, horário de Brasília💻 Online e ao vivo
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Aviso: Esta é uma aula educativa e gratuita, dirigida a advogados e advogadas. A responsabilidade do banco e a possibilidade de reaver valores dependem dos fatos, da prova e da regra aplicável a cada caso. Esta aula não constitui consultoria jurídica individual e não garante resultado, êxito ou percentual de sucesso em nenhuma ação ou processo concreto.

As informações têm caráter geral e não substituem a análise técnica de casos concretos. A aplicação de dispositivos legais depende das circunstâncias específicas de cada processo e da legislação vigente.

Não há promessa de resultado financeiro ou processual.