A maioria dos advogados olha pra isso e conclui que faltou estudar mais, ou que falta a ferramenta certa. Os dois diagnósticos estão errados. A inteligência artificial acelera o operacional — resume, organiza, estrutura. Mas não julga, não decide estratégia e não sustenta a confiança do cliente. E existe um detalhe que a maioria ainda não levou a sério: modelos de linguagem podem citar jurisprudência que não existe. Isso já resultou em multa — em alguns casos de até 10% sobre o valor da causa — e em ofício à OAB, em decisões de diferentes tribunais do país neste ano.
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A IA Te Dá Velocidade
Mas velocidade para onde? O STJ já deixou escrito no regimento uma exigência que vai na contramão do que a IA entrega por padrão. E tribunais já estão multando advogado por causa disso.
Você já usa inteligência artificial na advocacia, ou está pensando em começar. Existem dois fatos de 2026 que praticamente ninguém juntou ainda. O STJ já incluiu no regimento a exigência de um resumo estruturado em toda petição dirigida à Corte — falta só a portaria da Presidência para essa exigência valer na prática, e ela pode sair a qualquer momento. Isso é o oposto do volume que a IA entrega quando você não sabe instruir ela direito. Some a isso o segundo fato: mais de um tribunal do país já aplicou multa a advogado por jurisprudência que a IA inventou. A ferramenta te dá velocidade. A pergunta que ninguém está fazendo é para onde.
Já aconteceu de você entregar uma peça que achava impecável, e ainda assim o resultado vir ao contrário do que você esperava?
A pergunta não é se você vai usar IA na sua prática. É se você vai usar com o método que te protege, ou vai aprender a regra depois que ela vier na forma de multa.
Quem entender essa resposta primeiro vai ajustar o método a tempo. Quem não entender, vai aprender do jeito mais caro, no despacho que aplica a multa e no ofício que chega à OAB.
- O que a nova norma do STJ já deixou escrito para toda petição dirigida à Corte, e o que muda no dia em que a portaria da Presidência colocar essa exigência em vigor.
- As regras que já valem hoje para o uso de IA na advocacia, vindas do Conselho Federal da OAB e do CNJ — e o que elas exigem de você antes de protocolar qualquer coisa gerada por inteligência artificial.
- Casos reais de advogados multados por jurisprudência inventada por IA, em diferentes tribunais do país — e o padrão comum entre todos eles, que é simples de evitar quando você sabe onde olhar.
- Por que colar documento de cliente numa ferramenta de IA externa é uma operação de tratamento de dados, e onde o sigilo profissional esbarra na proteção de dados.
- Uma demonstração ao vivo de como estruturar um comando de IA que resolve o operacional sem cair no erro que já multou os casos que você vai ver na aula.
- O protocolo de conferência que separa quem usa IA com segurança de quem está exposto sem saber.
Essa não vai ser uma aula sobre qual ferramenta usar.
Eu não vou recomendar produto nenhum — e não é modéstia, é porque o que resolve não é a ferramenta, é o método, e o método funciona em qualquer uma delas. Se você já usa alguma IA na sua prática, ou está pensando em começar, essa aula é o que ninguém te contou sobre o outro lado da velocidade.
📄 Aula 3 da série Hora do Advogado
Pra quem é essa aula
- Pra advogado que já usa alguma inteligência artificial generativa na rotina, pra pesquisar, resumir ou redigir.
- Pra quem está pensando em começar a usar IA e quer fazer isso sem se expor.
- Pra quem já entregou uma peça achando que estava tudo certo e o resultado veio ao contrário do esperado.
- Pra advogado sênior, sócio de banca ou responsável por equipe, que precisa garantir que ninguém no escritório está protocolando algo que a IA inventou.
Não é pra quem nunca usou e não pretende usar IA na advocacia — o conteúdo é sobre risco de uso, não sobre o que é inteligência artificial.
Quem já participou não parou de aplicar
Depoimentos reais sobre o professor Claudio
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Dr. Cláudio de Jesus
Conselheiro OAB · +30 anos de advocacia ininterruptos
Advogo há mais de 30 anos ininterruptos em casos de alta complexidade. Há mais de 25 anos formo advogados e advogadas. Sou conselheiro da OAB.
Ao longo da carreira, percebi que muito profissional excelente continua perdendo causa — não por falta de conhecimento jurídico, mas porque concentra o esforço na parte errada da profissão.
Nesta aula, eu trago a leitura técnica da Lei 15.484 feita por quem já viu três reformas processuais entrarem em vigor, e sabe onde os erros de transição costumam matar recurso.
Enquanto você lê isso, o STJ já deixou escrito no regimento que vai exigir síntese estruturada em toda petição — e a portaria que liga essa exigência pode sair a qualquer momento.
Enquanto isso, o tribunal continua recebendo peças infladas por IA usada sem método.
E, em mais de um tribunal do país, já existe advogado pagando multa, com ofício enviado à OAB, por jurisprudência que a inteligência artificial inventou e ninguém conferiu antes do protocolo.
A pergunta não é se a IA vai continuar na sua rotina. É se você vai usar ela com o protocolo que te protege, ou vai aprender a regra depois que ela vier na forma de multa.
Quero participar ao vivo.
Reserve sua vaga agora. Essa aula não vai ficar gravada, ou você entra na quarta, às 20h, ou o conteúdo não volta. E o preço de aprender essa regra depois costuma vir com ofício à OAB.Aviso: Esta é uma aula educativa e gratuita. As informações apresentadas são de caráter geral e não substituem a análise técnica de casos concretos. Toda decisão processual deve observar o dever de diligência, o Código de Ética da OAB e a legislação vigente.