Você citou a Súmula 479 e o banco respondeu com "culpa exclusiva da vítima".
Hora do Advogado · aula ao vivo e gratuita para advogados
Golpe do Pix: por que a senha digitada não basta para livrar o banco
Com o Tema 352 da TNU na tela, eu mostro o que fazer nas primeiras horas, contra quem litigar e como exigir do banco a prova de que ele não falhou.
O cliente liga dizendo que "foi ele mesmo que fez o Pix", e você não sabe se há caso.
A contestação diz "senha correta, dispositivo validado", e parece encerrar a discussão.
Você não sabe o que pedir ao banco nas primeiras horas, enquanto o dinheiro ainda pode estar em alguma conta.
Ficou em dúvida se pode colocar no processo também o banco que recebeu o Pix.
Golpe do Pix: o que pedir ao banco
Para quem quer litigar com prova, não só com a Súmula 479.
O que pedir ao banco nas primeiras horas, enquanto o dinheiro ainda pode estar em alguma conta.
O erro de citação do Tema 352 que entrega ao banco um argumento fácil.
Quando incluir também o banco que recebeu o Pix, e a pergunta que vem antes.
- Por que a senha digitada prova que o cliente digitou, mas não prova que o banco cumpriu o dever de barrar.
- O que o Tema 352 da TNU realmente fixou, e o erro de citação que entrega ao banco um argumento fácil.
- Os nove pontos que o banco precisa provar para se livrar, e como transformar essa lista no que você vai exigir.
- O que fazer nas primeiras horas, fase a fase, desde o primeiro telefonema.
- Quando os dois bancos respondem juntos, e a pergunta que vem antes de processar o banco de quem recebeu o Pix.
Os nove pontos que o banco precisa provar
Para quem litiga contra o banco: a prova, a lista dos nove pontos e o que exigir antes da próxima petição.
📄 Golpe do Pix e a prova do banco · Hora do Advogado
O que você leva desta aula
- A lei transcrita e explicada.
- A tese da TNU.
- Os nove pontos que o banco precisa provar.
- Oito casos para treinar.
Quem estiver ao vivo recebe o material de apoio da aula.
Esta aula é para você se
- Para advogados e advogadas autônomos que recebem clientes vítimas de golpe e querem conduzir o caso com segurança, do primeiro atendimento à inicial.
- Para quem já cita a Súmula 479 e quer entender por que ela não resolve sozinha.
Não é uma aula de promessa de resultado. É uma aula sobre prova.
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Dr. Cláudio de Jesus
Advogado · OAB/DF 14.905 · Conselheiro da OAB
Dr. Cláudio de Jesus, mais de 30 anos de advocacia, atuando dos dois lados do balcão, e mais de 25 anos de docência.
Nesta aula, eu mostro por que a senha digitada não basta, o que fazer nas primeiras horas e como exigir do banco a prova de que ele não falhou.
Garanta sua participação na aula ao vivo
28/10 · 20h, horário de Brasília · ao vivo e gratuito.
Quem conduz: Dr. Cláudio de Jesus, mais de 30 anos de advocacia, atuando dos dois lados do balcão, e mais de 25 anos de docência.
Na aula, você recebe o material de apoio: a lei transcrita e explicada, a tese da TNU, os nove pontos e oito casos para treinar.
Aviso: Esta é uma aula educativa e gratuita, dirigida a advogados e advogadas. A responsabilidade do banco e a possibilidade de reaver valores dependem dos fatos, da prova e da regra aplicável a cada caso. Esta aula não constitui consultoria jurídica individual e não garante resultado, êxito ou percentual de sucesso em nenhuma ação ou processo concreto.
As informações têm caráter geral e não substituem a análise técnica de casos concretos. A aplicação de dispositivos legais depende das circunstâncias específicas de cada processo e da legislação vigente.
Não há promessa de resultado financeiro ou processual.